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sábado, 7 de janeiro de 2012

Garrafa PET

Hoje vou postar fotos do meu enfeite de Natal de 2011.

Vi no Jornal Hoje na globo depois saí procurando pela internet e encontrei um blog lindo com muitas outras idéias... O blog se chama: O que fazer com... E apresenta a ideia com garrafinhas de água de coco, por já serem brancas.

Pisca-pisca de garrafa PET
Você vai precisar de:
. criatividade,
. algumas garrafas Pet,
. tesoura,
. um pisca pisca de sua preferência (tende comprar os de LED que não esquentam),
. tinta para pintar as florzinhas (como o tema é sustentável usei tinta de tecido que tinha guardado),
. molde de florzinha (se tiver destreza nas mãos tente desenhar o corte na garrafa com canetinha mesmo)

Cole no Word e amplie de acordo com o tamanho da garrafa que usar

Dica: crie o seu jeito de fazer, não se prenda em detalhes, assim ficará com um toque todo seu e será único.
Outra dica: se tiver jeito com a coisa experimente esquentar as florzinhas antes de pintá-las, pode dar um toque todo especial. 

Veja o visual maravilhoso mostrado na reportagem:
Enfeite da reportagem


Veja como ficou o que eu fiz:
Meu enfeite de Natal 2011!


E lembre-se:

REDUZA
REUTILIZE
RECICLE

ALR.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

SLU - RECICLAGEM DE ENTULHO

Estações de Reciclagem de Entulho

Foto: Assessoria Comunicação da SLU/CEMP
As Estações de Reciclagem de Entulho têm como objetivo transformar os resíduos da construção civil em agregados reciclados, podendo substituir a brita e a areia em elementos da construção civil que não tenham função estrutural. São instaladas em terrenos públicos localizados estrategicamente, com área mínima de 6.000m², que devem ser cercados e dotadas de pontos de aspersão de água, localizados estrategicamente, de forma a reduzir o excesso de poeira. Para evitar a pressão sonora, as calhas dos equipamentos britadores são revestidas de borracha e as pás-carregadeiras dispõem de silenciadores. Essas unidades recebem os resíduos transportados por caminhões e empresas de caçambas desde que apresentem, no máximo, 10% de outros materiais (papel, plástico, metal etc.) e ausência de terra, matéria orgânica, gesso e amianto.

Conheça as etapas do processo de reciclagem do entulho:

• Recepção: o material é inspecionado na portaria para verificar a sua composição e o grau de contaminação. O material aceito é classificado em:

- classe A – resíduos de peças fabricadas com concreto (lajes, pilares, blocos, pavimentação), argamassas, fibrocimento, pedras ornamentais, sem a presença de impurezas. Destinam-se à preparação de argamassa e concreto não estruturais, utilizados na fabricação de bloquetes para calçamento, blocos de vedação, guias para meio-fio, dentre outros .

- classe B – resíduos predominantemente cerâmicos (tijolos, telhas, azulejos etc.). Destinam-se à base e à sub-base de pavimentação de vias, drenos, camadas drenantes e material de enchimento de rip-rap.

A parcela rejeitada pela inspeção é destinada ao aterro sanitário.

• Seleção: os materiais recicláveis são separados manualmente dos rejeitos que, se forem recicláveis ou reaproveitáveis, são devidamente destinados.

• Operação de britagem: os resíduos são levados pela pá-carregadeira até o alimentador vibratório do britador de impacto e, por gravidade, para a calha simples e ao transportador de correia. Após a britagem, há eliminação de pequenas partículas metálicas ferruginosas pela ação de um eletroímã sobre o material reciclado conduzido pelo transportador de correia.

• Estocagem em pilhas: o material reciclado é acumulado sob o transportador de correia.

• Expedição: é feita com o auxílio de pá-carregadeira, dispondo o material reciclado em veículos apropriados.

Atualmente, a Prefeitura de Belo Horizonte possui três Estações de Reciclagem de Entulho:

Pampulha

R. Policarpo Magalhães Viotti, 450, Bandeirantes

tel.: 3277-7912



Estoril R. Nilo Antônio Gazire, 147, Estoril

tel.: 3277-7092/9645



BR-040 BR-040, Km 531, Jardim Filadélfia

Extraído de: http://portalpbh.pbh.gov.br/pbh/ e Página Principal do SLU - BH/MG (clique aqui)

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domingo, 28 de agosto de 2011

Forro térmico com caixas de leite


Alunos de engenharia criam forro térmico com caixas de leite longa vida
Em razão das altas temperaturas que se faz na região ao longo de quase todo o ano, alguns alunos do curso de Engenharia (2º. semestre, 5º. sem. e 7º. sem), da Faculdade Anhanguera em parceria com o “Projeto Kobra Recicla Rondonópolis” resolveram testar a ideia de reaproveitar as embalagens de caixa de leite longa vida para criar um forro isolante que pudesse ser usado em residências populares e comunidades de baixa renda a um custo relativamente zero.Este estudo sobre a possibilidade de transformar caixas de leite em forros isolantes térmicos partiu de um projeto realizado na Faculdade Unicamp (prof. Celso Arruda e Engenheiro Luís Otto Schmutzler).


Fonte da Imagem:http://nossasideiassustentaveis.blogspot.com/2010/08/telhados-com-caixa-de-leite.html

Segundo a professora e voluntária do Kobra, Ana Paula Beer, “a ideia é reaproveitar as embalagens de leite que chegam ao projeto Kobra Recicla Rondonópolis, e de forma artesanal construir um forro que reduzirá até 8°C a temperatura no interior do imóvel”, repassa.

Além do baixo custo, o projeto tem um grande apelo ecológico, já que as embalagens que vão para o lixão levam dezenas de anos para se decompor nos aterros.“Ao divulgar o projeto, pretendemos mostrar que qualquer pessoa, o próprio morador, pode fazer este trabalho, pois o mesmo não exige mão-de-obra qualificada, desta forma, este projeto seria uma ótima solução para diminuir a temperatura das residências de pessoas de baixa renda. Além disto, dia 28 de Agosto é o Dia Nacional do Voluntariado, assim poderíamos estar também falando sobre a importância do trabalho voluntário e conclamando a população a mais ações em prol de nossa sociedade, seja na área social ou ambiental”, externa.Conforme a professora, os alunos estarão finalizando o projeto, colocando o forro na casa de Adnei, uma senhora voluntária do projeto Kobra Recicla Rondonópolis, no Jardim das Flores, neste próximo sábado (dia 27 de agosto) no período matutino.

Segundo Paula Beer, “a Faculdade Anhanguera considera que é seu dever promover entre seus colaboradores, estudantes e parceiros a promoção da qualidade de vida e do meio ambiente. Por esta razão, a Faculdade é parceira do Projeto Kobra Recicla Rondonópolis, com a instalação de um ponto de coleta voluntária de resíduos e através do projeto” Anhanguera Cidadã III”, a faculdade tem estimulado seus alunos, em todos os cursos da instituição, a ações de voluntariado e projetos de extensão que contemplem ações de conscientização, sensibilização e educação da população de Rondonópolis para as questões ambientas”, repassa.

Ainda segundo Paula, os alunos perceberam a importância do tema e estão se mobilizando e realizando várias ações desde o começo do ano.


Fonte:  http://www.datahoje.com.br/openMAT/441/
Postado na fonte por Ailton Lima - com Assessoria
ALR

domingo, 14 de agosto de 2011

Construção Sustentável com garrafas PET!!!

Professor inicia construção de casa usando garrafas pet

Uma iniciativa inovadora: a construção de uma casa com a utilização de materiais recicláveis, como garrafas pets, pneus e caixas de leite, vem sendo desenvolvida no município de Jaru, pelo professor Altair Santana Teobaldo. Segundo o professor o objetivo do projeto é conjugar a economia em sua construção com a preservação do meio ambiente, e para isto serão utilizados 6 mil garrafas pets, 2 mil caixas de leite longa vida e dezenas de pneus.

Esta semana foi iniciado o levantamento das paredes e do muro da residência. A utilização das garrafas pets basicamente substitui os tijolos da residência, sendo assim também desnecessário a despesa com o reboco das paredes, uma vez que as garrafas serão todas uniformemente cobertas com cimento.

A residência que fica localizada na Rua Raposo Tavares setor 06, após a sua conclusão possuirá 147m² de área construída, contendo sala, cozinha, três quartos, dois banheiros, área de serviço e garagem.

Altair ressalta que poucas pessoas acreditam em seu projeto, mas que logo estará provando o sucesso de seu empreendimento e a viabilidade ecológica que a mesma trará. “A quantidade de garrafas e outros produtos que antes seriam depositados na natureza agora serão bem empregadas em benefício do homem”, destacou o professor. Ele ainda divulgou que sua intenção é utilizar as caixas de leite como manta térmica entre o forro e o telhado, e os pneus no muro da residência.

Nos próximos dias as paredes e o muro estarão bem adiantados, só então poderemos ter uma idéia do projeto.


Fonte: Jaru On Line
Autor: Jaru On Line
    Sexta-feira, 12 de agosto de 2011 - 09:40
    
    RETIRADO DE: http://www.rondoniagora.com/

Comente a vontade,
ALR

quarta-feira, 16 de março de 2011

Visita ao Aterro Sanitário - BH

Segundo a definição clássica, Saneamento Ambiental é definido como “o conjunto de medidas que visam preservar/modificar positivamente as condições do meio ambiente, a fim de prevenir doenças e promover a saúde”.

      Qualquer Aterro Sanitário está profundamente ligado ao meio ambiente e à saúde da fauna e flora e não apenas à do ser humano.
      São fatores considerados na avaliação da área de sua implantação: vida útil (10 anos a princípio e de acordo com as possibilidades do terreno e tecnologias usadas), distância do centro da cidade (nem muito grande devido ao custo de transporte nem muito perto por conta da poluição); densidade e crescimento populacional; distância de nascentes, rios e aeroportos por conta da aproximação de aves na área de vôo.
       Já desativado, o aterro visitado encontra-se em fase de monitoramento e é composto de: Central de Tratamento de Resíduos Sólidos (CTRS), pátio para a compostagem, Unidade de Educação Ambiental, Área de Recuperação Ambiental com canteiro de mudas, Departamento de Transportes, Unidade de Reciclagem de Entulhos, Unidade de Recebimento de Pneus e Estação de Geração de Energia Sustentável.

Unidade de Reciclagem de Entulhos da CONSTRUÇÃO CIVIL

Unidade de Reciclagem de Entulhos da CONSTRUÇÃO CIVIL (esteiras com peneiras para 05 tipos de granulometrias de brita)


Unidade de Reciclagem de Entulhos da CONSTRUÇÃO CIVIL (resultado final da reciclagem)
          Além desses componentes, é necessário atentar para outras condicionantes da segurança ambiental e do funcionamento correto como por exemplo: arredores de árvores; revestimento impermeável; dutos de ventilação e coleta de gás; cobertura do solo (manta PEAD, camada de argila); sondas para medição de recalques; controle de escoamento pluvial; drenagem, coleta (e tratamento) do chorume e controle de acesso de pessoal.
       São realizados basicamente três grupos de controles:
Monitoramento Ambiental: verificação da qualidade da água, pressão sonora e do ar; medição trimestral de gases como o metano, oxigênio, nitrogênio, gás carbônico e gás sulfídico; monitoramento climatológico e de chorume (medição dos níveis de cromo e mercúrio).
Monitoramento Geotécnico: medição dos recalques, movimentações internas e inclinação das rampas; permeabilidade de solo; controle dos diques.
Monitoramento Operacional: avaliação da vazão de líquidos percolados; inclinação do terreno; densidade dos resíduos aterrados.

Galpão de Seleção e Transporte

Departamento de Transportes
      A visita nos presenteou com uma outra visão de nossa produção de lixo. Temos consciência de que o aterro, além de dar destinação final adequada ao lixo, recicla, por exemplo, os resíduos da construção civil que retornam ao uso após processados no aterro; encaminha pneus até postos de reciclagem; mantém uma produção em pequena escala de adubo usado no próprio local em um canteiro de mudas e até mesmo gera energia através do gás metano e assim por diante.

     Enfim, tem uma importância imensa, mas não consegue trabalhar sozinho, a população colega de trabalho mais fundamental neste processo deve fazer a sua parte no início do sistema para que o processo final tenha o resultado esperado, que é a diminuição do volume de lixo aterrado e o aumento do volume de lixo reciclado, reutilizado e repensado.
Referências: Notas de aula e notas da palestra ministrada na visita técnica.

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